Passada a quadra chuvosa, o momento é de início da operação nos açudes monitorados pela Cogerh para abastecimento humano ou demais usos, como irrigação e dessedentação animal. Desta vez foi açude Mundaú, em Uruburetama, que deu início a liberação de água. A comissão de operação do reservatório seguiu a vazão prévia estabelecida de 250L/s, conforme decisão do Comitê de Bacia do Litoral.
Antes de iniciar a operação no reservatório, a comissão recebeu esclarecimentos de ordem técnica sobre o açude. Atualmente, o Mundaú acumula volume acima de 95% em relação a capacidade total. Seguindo a decisão do Comitê de Bacia da região durante alocação negociada de água, a distribuição da água ficou assim estabelecida:
Cagece de Tururu, Uruburetama e distrito de Deserto: 75 L/s captado na bacia hidráulica;
Adutora dos irrigantes de Uruburetama: 3L/s
Perenização do trecho para múltiplos usos: 172 l/s.
Todo o processo foi coordenado pela Cogerh, por meio do núcleo de Operação e Gestão. A comissão de operação do açude é composta pelo membro do comitê, Niepson Viana, João Chavier de Lima, da Associação Comunitária Santo Antônio, açude dos Vianas e Zenóbia Alves, usuária de água local.
Liberação de água no reservatório respeita a vazão prévia estabelecida de 250 litros por segundo
Passada a quadra chuvosa, o momento é de início da operação nos açudes monitorados pela Cogerh para abastecimento humano ou demais usos, como irrigação e dessedentação animal. Desta vez foi açude Mundaú, em Uruburetama, que deu início a liberação de água. A comissão de operação do reservatório seguiu a vazão prévia estabelecida de 250L/s, conforme decisão do Comitê de Bacia do Litoral.
Antes de iniciar a operação no reservatório, a comissão recebeu esclarecimentos de ordem técnica sobre o açude. Atualmente, o Mundaú acumula volume acima de 95% em relação a capacidade total. Seguindo a decisão do Comitê de Bacia da região durante alocação negociada de água, a distribuição da água ficou assim estabelecida:
Cagece de Tururu, Uruburetama e distrito de Deserto: 75 L/s captado na bacia hidráulica;
Adutora dos irrigantes de Uruburetama: 3L/s
Perenização do trecho para múltiplos usos: 172 l/s.
Todo o processo foi coordenado pela Cogerh, por meio do núcleo de Operação e Gestão. A comissão de operação do açude é composta pelo membro do comitê, Niepson Viana, João Chavier de Lima, da Associação Comunitária Santo Antônio, açude dos Vianas e Zenóbia Alves, usuária de água local.
Passada a quadra chuvosa, o momento é de início da operação nos açudes monitorados pela Cogerh para abastecimento humano ou demais usos, como irrigação e dessedentação animal. Desta vez foi açude Mundaú, em Uruburetama, que deu início a liberação de água. A comissão de operação do reservatório seguiu a vazão prévia estabelecida de 250L/s, conforme decisão do Comitê de Bacia do Litoral.
Antes de iniciar a operação no reservatório, a comissão recebeu esclarecimentos de ordem técnica sobre o açude. Atualmente, o Mundaú acumula volume acima de 95% em relação a capacidade total. Seguindo a decisão do Comitê de Bacia da região durante alocação negociada de água, a distribuição da água ficou assim estabelecida:
Cagece de Tururu, Uruburetama e distrito de Deserto: 75 L/s captado na bacia hidráulica;
Adutora dos irrigantes de Uruburetama: 3L/s
Perenização do trecho para múltiplos usos: 172 l/s.
Todo o processo foi coordenado pela Cogerh, por meio do núcleo de Operação e Gestão. A comissão de operação do açude é composta pelo membro do comitê, Niepson Viana, João Chavier de Lima, da Associação Comunitária Santo Antônio, açude dos Vianas e Zenóbia Alves, usuária de água local.
