O projeto foi desenvolvido nas comunidades indígenas estabelecidas nas nascentes do rio Acaraú e Quixeramobim
Com objetivo de construir de forma participativa o processo de revitalização das nascentes do Acaraú, o Comitê de Bacia realizou a Oficina de Diagnóstico Rápido Participativo nas comunidades indígenas estabelecidas nas nascentes do rio Acaraú e Quixeramobim, nos dias 17 e 18 de novembro, na cidade de Monsenhor Tabosa.
Os dois dias de trabalho resultaram na necessidade de trabalhar dois eixos dentro do projeto de revitalização das nascentes: conflitos de uso e ocupação da terra, para ser trabalhada dentro do escopo da Agroecologia, e educação ambiental, dentro de ações que envolvam as comunidades tradicionais, incorporando a valorização da cultura indígena.
O trabalho teve como facilitador o membro do Comitê de Bacias do Coreaú, Benedito Lourenço, presidente da ONG Fundação de Saúde e Integração Social (CIS), que utilizou técnicas de Diagnóstico Rápido Participativo (DRP) que facilitam o processo de comunicação com os indivíduos, proporcionando um maior conhecimento sobre a realidade local, a partir da experiência dos habitantes da região.
Na oportunidade contou-se com a presença de representantes de seis aldeias indígenas, da etnia Tabajara. O processo também teve a participação da equipe da Cogerh de Sobral, Kamylle Prado, Adriana Gondim e Renata Mesquita, além dos membros do Comitê de Bacias Acaraú: Rozeângela Mesquita e Graça.
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