Questões ambientais e abastecimento de usuários do Açude foram pautas do encontro

Atendendo à solicitação da
Comissão Gestora do Açude Penedo, foi realizada nesta terça-feira (29), um encontro para renovação dos membros que compõem a equipe, além de discussão de demandas ambientais e de abastecimento em relação ao reservatório.
A reunião ocorreu no Salão Comunitário de Penedo, em
Maranguape, reunindo representantes de diferentes instituições como
Cogerh, Cagece, Ematerce, Defesa Civil, Semace, Polícia Ambiental e
Secretarias Municipais.
Em discussão sobre melhoria da articulação da equipe, foi aberta vacância para novos membros e Silvio Nunes – também membro do CBH RMF e representante da Fundação Terra – foi indicado para o cargo de coordenador da Comissão Gestora, havendo unanimidade na decisão.
Em discurso de posse do cargo, Silvio pontuou a importância do engajamento comunitário.
“Eu vi essa Comissão nascer, então esse momento é muito importante. Precisamos fazer com que a Comissão Gestora desempenhe seu papel na Bacia Hidrográfica com um plano de trabalho. E o 1º passo nessa nova etapa será envolver a comunidade de forma ainda mais efetiva na Comissão Gestora”, declarou o novo coordenador.

Em seguida, foi apresentado pela
Defesa Civil de Maranguape (membra da Comissão Gestora) o relatório feito em 2019 sobre investigação das deficiências de recarga do Açude Penedo, para discussão entre os membros.
Dentre as causas apontadas pelo estudo para a dificuldade de recarga no Açude com capacidade de 2,23 milhões de m³ estão: clima desfavorável; assoreamento; construção de pequenas barragens para irrigação, entre outros. Confira o relatório completo clicando
aqui.
Além disso, Marciana Barbosa, técnica da Cogerh, exibiu aos presentes as simulações de esvaziamento do reservatório, que encontra-se atualmente com 25% de sua capacidade.
A técnica explicou que a adutora usada em 2013 pela Cogerh para atender emergencialmente aos usuários do Açude Penedo está sendo substituída por outra feita de aço fundido e defofo – materiais de maior durabilidade. A previsão de conclusão das obras é entre 30 a 40 dias, na qual poderá ser usada água do Açude Acarape ou do Gavião para atender à comunidade.