Na ocasião, Krishna Martins, assistente da Diretoria de Operações da Cogerh, apresentou aos convidados a situação hídrica dos reservatórios da Região Metropolitana de Fortaleza e o histórico hidrológico do Açude Aracoiaba. Segundo ele, “as precipitações foram pequenas nos açudes da RMF e, segundo a Funceme, [os açudes] não receberão boas precipitações, necessitando dessa contribuição hídrica do açude Aracoiaba para o açude Pacajus”.
Com o baixo aporte hídrico nos reservatórios, os abastecimentos de Fortaleza e Região Metropolitana poderiam ficar comprometidos, pois um baixo nível de água impede que o bombeamento ocorra. A operação emergencial, aprovada pelo quórum da Comissão Gestora, será feita de forma cuidadosa, conforme explica o diretor de operações da Cogerh, Bruno Rebouças: “pretendemos garantir o uso da água com maior segurança possível e a operação será feita de maneira progressiva”. O diretor também reforçou que a operação não prejudicará a piscicultura.
Diante dos baixos aportes dos reservatórios da Região Metropolitana de Fortaleza, foi aprovada a liberação progressiva de até 32 milhões m³ de água, que irão reforçar o bombeamento
A Comissão Gestora do Açude Aracoiaba esteve reunida na última terça (6) com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos – Cogerh, por meio de videoconferência, para discussão e votação da operação emergencial do reservatório. A comissão, juntamente com a diretoria do Comitê de Bacias Hidrográficas da Região Metropolitana, aprovou a liberação de até 32 milhões m³ de água (dos 132 disponíveis) para o abastecimento humano da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).
Foi acordado que a operação ocorrerá gradualmente, de forma que o Açude Aracoiaba atinja a marca mínima de 100 milhões m³ até junho, quando acontecerá a alocação negociada de água dos reservatórios monitorados pela Cogerh.
Na ocasião, Krishna Martins, assistente da Diretoria de Operações da Cogerh, apresentou aos convidados a situação hídrica dos reservatórios da Região Metropolitana de Fortaleza e o histórico hidrológico do Açude Aracoiaba. Segundo ele, “as precipitações foram pequenas nos açudes da RMF e, segundo a Funceme, [os açudes] não receberão boas precipitações, necessitando dessa contribuição hídrica do açude Aracoiaba para o açude Pacajus”.
Com o baixo aporte hídrico nos reservatórios, os abastecimentos de Fortaleza e Região Metropolitana poderiam ficar comprometidos, pois um baixo nível de água impede que o bombeamento ocorra. A operação emergencial, aprovada pelo quórum da Comissão Gestora, será feita de forma cuidadosa, conforme explica o diretor de operações da Cogerh, Bruno Rebouças: “pretendemos garantir o uso da água com maior segurança possível e a operação será feita de maneira progressiva”. O diretor também reforçou que a operação não prejudicará a piscicultura.
Na ocasião, Krishna Martins, assistente da Diretoria de Operações da Cogerh, apresentou aos convidados a situação hídrica dos reservatórios da Região Metropolitana de Fortaleza e o histórico hidrológico do Açude Aracoiaba. Segundo ele, “as precipitações foram pequenas nos açudes da RMF e, segundo a Funceme, [os açudes] não receberão boas precipitações, necessitando dessa contribuição hídrica do açude Aracoiaba para o açude Pacajus”.
Com o baixo aporte hídrico nos reservatórios, os abastecimentos de Fortaleza e Região Metropolitana poderiam ficar comprometidos, pois um baixo nível de água impede que o bombeamento ocorra. A operação emergencial, aprovada pelo quórum da Comissão Gestora, será feita de forma cuidadosa, conforme explica o diretor de operações da Cogerh, Bruno Rebouças: “pretendemos garantir o uso da água com maior segurança possível e a operação será feita de maneira progressiva”. O diretor também reforçou que a operação não prejudicará a piscicultura.
