Houve aprovação do enquadramento do açude Acarape do Meio, colaboração na Minuta do Projeto de Lei de Conservação e Recuperação dos Mananciais do Ceará
O Comitê de Bacia da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) reuniu-se com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), em 42º Reunião Ordinária, no dia 22 de junho, para aprovação do Enquadramento do Açude Acarape do Meio.
A presidente do Comitê, Mailde do Rego, durante a abertura do evento, enfatizou que “a população de Fortaleza deve ter mais consciência na economia de água, propagando informações de educação ambiental uns aos outros. A água que abastece Fortaleza vem dos rios da Caatinga e estes estão secando”.
Na oportunidade, também, foi feita articulação entre os membros do Comitê para contribuições com a Minuta do Projeto de Lei de Conservação e Recuperação dos Mananciais do Ceará, apresentada pela assessora da Presidência da Cogerh, Ana Araújo. “Estamos fazendo uma consulta em todos os Comitês de Bacias para que eles mandem suas contribuições para a construção dessa Minuta. Entendemos que a leis, relacionadas à Política Estadual de Recursos Hídricos, devem ser trabalhadas com a participação dos membros dos Comitês, desde sua concepção, porque facilita inclusive a sua implementação. Isto visa o fortalecimento da gestão objetivando a sustentabilidade ambiental no estado do Ceará. Temos interesse em avançar na qualidade da água e não somente na quantidade, no estado do Ceará”, afirma Ana.
“Vale salientar que essas leis são uma demanda dos próprios Comitês de Bacias que tem interesse nos mananciais, principalmente, na sua conservação. Estes devem atender aos múltiplos usos, mas, precisamos fazer um acordo para implementar soluções sobre recuperação e conservação, especialmente, aos que dão suporte ao abastecimento humano”, relata a assessora.
Na reunião também teve a apresentação da situação hídrica da bacia RMF – que encontra-se com 19,46% de volume – e alternativas de abastecimento, com o analista em Gestão dos Recursos Hídricos, Krisnha Martins. “Devido a incerteza quanto ao inverno em 2017 é importante que façamos uma redução na demanda de água, para evitar o desabastecimento hídrico. Estamos contando com a transposição do rio São Francisco. Outras ações estão sendo desenvolvidas e estudadas e alguns exemplos são o Aquífero Litorâneo, com início de uso das águas subterrâneas nas regiões do Paracuru, Taíba e Pecém, e o projeto piloto da Usina de Dessalinização no Pecém que está em andamento” afirma.
Por sua vez, também, houve a definição de uma nova reunião do CBH RMF para apresentação do Comitê Integrado da Seca sobre as ações de convivência com a seca e situação de abastecimento dos municípios das Bacias Metropolitanas. O evento teve 63 presentes, entre membros do Comitê (titular e suplente) e convidados.
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