Cogerh prepara diretrizes para processo de Alocação Negociada de Água de 2023

    Visando a preparação para mais um ciclo de operação em reservatórios estratégicos, a diretoria da Cogerh reuniu gerentes de suas unidades regionais nesta quinta(18) e sexta-feira (19) para alinhar as diretrizes visando ao processo de alocação negociada de água de 2023, previsto para ocorrer no início de julho. O encontro tem o objetivo de estabelecer premissas que servirão de base para desenvolver estudos e simulações de vazões de operação dos açudes. Os cenários serão apresentados durante a alocação negociada de água.”Sempre a Cogerh realiza esta preparação, visando a operação participativa dos reservatórios. Isto porque nossas simulações e avaliações serão apresentadas e discutidas junto aos Comitês de Bacias”, explica Yuri Castro sobre o processo participativo de alocação negociada de água. As diretrizes discutidas pela Companhia também levam em consideração níveis de criticidade dos reservatórios e lançam olhar sobre sistemas que apresentem alguma situação emergencial ou que sofram com estiagens intensas. Conforme explica o diretor de Planejamento da Cogerh, João Lúcio Farias, a ideia é, em conjunto com as unidades regionais, alinhar um padrão de diretrizes para operação, levando em conta a especificidade de cada região hidrográfica. Com base nas simulações de comportamento dos reservatórios, a Cogerh apresenta aos Comitês de Bacias Hidrográficas e Comissões Gestoras dos reservatórios os cenários de operação dos açudes estratégicos para o segundo semestre do ano. Os Comitês de Bacias e as Comissões Gestoras são organismos formados por representantes da sociedade civil, usuários de água e integrantes dos poderes públicos estadual, municipal e federal. Amparada pela Política Estadual de Recursos Hídricos, o processo de alocação negociada de água contribui para disciplinar os usos múltiplos da água, priorizando o abastecimento humano, conforme determina a legislação.  

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