De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) e com modelos climáticos alertados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), já foi sinalizado que o El Niño está instalado na águas do oceano pacífico desde junho de 2023 e deverá ter magnitude variando entre moderada e forte no próximo ano.
“Isso significa que precisaremos tomar decisões quanto aos impactos desse fenômeno no cotidiano das pessoas e da própria economia. O sistema de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará juntamente com os Comitês de Bacias Hidrográficas já decidiram em suas plenárias alocações de água de modo cauteloso“, reforçou o Diretor de Operações da Cogerh, Tércio Tavares, sobre o monitoramento antecipado do Ceará acerca da questão climática.
“Além disso, o Estado do Ceará é referencia em gestão de recursos hídricos, inclusive em tempos de escassez de água”, frisou Tércio.”Todas as informações que estiverem ao nosso alcance iremos disponibilizar por meio dos nossos técnicos durante as reuniões da sala de Crise, auxiliando a ANA a mitigar possíveis efeitos do El Niño.
O objetivo da Sala de Crise é compartilhar a melhor informação técnica disponível sobre a evolução do El Niño, previsões climáticas, situação dos recursos hídricos e impactos observados, assim como discutir e encaminhar as medidas e ações necessárias para mitigar seus efeitos.
As reuniões da Sala de Crise da Região Nordeste terão a periodicidade mensal e serão realizadas no formato virtual, transmitidas ao vivo e as gravações disponibilizadas no canal da ANA no YouTube.
A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) participou, na última semana, da primeira reunião da recém-instalada Sala de Crise da Região Nordeste, iniciativa criada pela Agência Nacional das Águas e do Saneamento Básico (ANA) como parte de um plano de contingência elaborado em virtude da instalação do fenômeno El Niño. O objetivo é prevenir situações climáticas e preparar ações de minimização de possíveis impactos.
O El Niño está associado a chuvas abaixo da média nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, fato que gera alerta e demanda ações de mitigação por parte de governos dessas localidades.
De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) e com modelos climáticos alertados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), já foi sinalizado que o El Niño está instalado na águas do oceano pacífico desde junho de 2023 e deverá ter magnitude variando entre moderada e forte no próximo ano.
“Isso significa que precisaremos tomar decisões quanto aos impactos desse fenômeno no cotidiano das pessoas e da própria economia. O sistema de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará juntamente com os Comitês de Bacias Hidrográficas já decidiram em suas plenárias alocações de água de modo cauteloso“, reforçou o Diretor de Operações da Cogerh, Tércio Tavares, sobre o monitoramento antecipado do Ceará acerca da questão climática.
“Além disso, o Estado do Ceará é referencia em gestão de recursos hídricos, inclusive em tempos de escassez de água”, frisou Tércio.”Todas as informações que estiverem ao nosso alcance iremos disponibilizar por meio dos nossos técnicos durante as reuniões da sala de Crise, auxiliando a ANA a mitigar possíveis efeitos do El Niño.
O objetivo da Sala de Crise é compartilhar a melhor informação técnica disponível sobre a evolução do El Niño, previsões climáticas, situação dos recursos hídricos e impactos observados, assim como discutir e encaminhar as medidas e ações necessárias para mitigar seus efeitos.
As reuniões da Sala de Crise da Região Nordeste terão a periodicidade mensal e serão realizadas no formato virtual, transmitidas ao vivo e as gravações disponibilizadas no canal da ANA no YouTube.
De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) e com modelos climáticos alertados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), já foi sinalizado que o El Niño está instalado na águas do oceano pacífico desde junho de 2023 e deverá ter magnitude variando entre moderada e forte no próximo ano.
“Isso significa que precisaremos tomar decisões quanto aos impactos desse fenômeno no cotidiano das pessoas e da própria economia. O sistema de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará juntamente com os Comitês de Bacias Hidrográficas já decidiram em suas plenárias alocações de água de modo cauteloso“, reforçou o Diretor de Operações da Cogerh, Tércio Tavares, sobre o monitoramento antecipado do Ceará acerca da questão climática.
“Além disso, o Estado do Ceará é referencia em gestão de recursos hídricos, inclusive em tempos de escassez de água”, frisou Tércio.”Todas as informações que estiverem ao nosso alcance iremos disponibilizar por meio dos nossos técnicos durante as reuniões da sala de Crise, auxiliando a ANA a mitigar possíveis efeitos do El Niño.
O objetivo da Sala de Crise é compartilhar a melhor informação técnica disponível sobre a evolução do El Niño, previsões climáticas, situação dos recursos hídricos e impactos observados, assim como discutir e encaminhar as medidas e ações necessárias para mitigar seus efeitos.
As reuniões da Sala de Crise da Região Nordeste terão a periodicidade mensal e serão realizadas no formato virtual, transmitidas ao vivo e as gravações disponibilizadas no canal da ANA no YouTube.
