Açudes Banabuiú, Orós e Castanhão são analisados em Reunião de Acompanhamento

Cogerh, SRH e Comitês de Bacias discutiram sobre a operação dos Vales do Jaguaribe e Banabuiú, no segundo semestre de 2016


Para discutir e acompanhar a operação dos açudes Banabuiú, Orós e Castanhão, no segundo semestre de 2016, foi realizada a I Reunião com a Comissão de Acompanhamento da Operação 2016.2 dos Vales do Jaguaribe e Banabuiú, no dia 1 de setembro, em Limoeiro do Norte.

As equipes técnicas das Gerências Regionais da Cogerh em Quixeramobim, Iguatu e Limoeiro do Norte apresentaram o resultado da operação, no período de 20 de julho a 31 de agosto, dos açudes Banabuiú, Orós e Castanhão.

Sobre o açude Banabuiú foi apresentada a descarga emergencial para o rio Banabuiú, aprovado pelo Comitê da Sub-Bacia Hidrográfica do Banabuiú (CSBH do Banabuiú) para recarga de poços usados para abastecimento humano e dessedentação animal das comunidades dos municípios de Banabuiú e Ibicuitinga. A descarga foi realizada em um período de 13 dias (4 a 17 de agosto), com uma vazão média de 1,645 m3/s, e consumiu um volume de 1,848 milhão de m3, perenizando 24 km do rio Banabuiú.

Quanto ao açude Orós foi destacado que a operação de liberação de água para auxiliar o Castanhão no abastecimento humano das cidades do Vale do Jaguaribe e Região Metropolitana de Fortaleza deve ser iniciada ainda na primeira quinzena do mês, com uma vazão média de 16 m3/s.

Em relação ao açude Castanhão foi apresentada a vazão média que está 15,93 m3/s, superior aos 15 m3/s acordados pelos Comitês, uma vez que foi necessário aumentar a vazão para que o município de Russas e o distrito de Lagoinha, em Quixeré, não ficassem desabastecidos. Também foram apresentadas as ações de fiscalização que estão sendo adotados ao longo do rio, para coibir usos irregulares e tentar viabilizar o avanço da água para perenizar o trecho após Sucurujuba.

A diretora de Operações da Cogerh, Débora Rios, destacou as ações que estão sendo implantadas na bacia do Alto Jaguaribe, como a construção de adutora emergencial para o açude Lima Campos, que transferirá do Orós uma vazão média de 400 L/s, para abastecimento humano da comunidade de Igaroi, no distrito de Guassussê, e do município de Icó, além do salvamento de culturas permanentes no perímetro Icó/Lima Campos.

Já o diretor de Planejamento, Ubirajara Patrício, destacou que as ações de fiscalização ao longo do rio Jaguaribe, estão sendo desenvolvidas em parceria entre a Secretaria dos Recursos Hídricos (SRH) e a Cogerh, com apoio da polícia ambiental, e que foi construído um cronograma de trabalho em que a fiscalização identifica e coíbi os usos irregulares, podendo ocorrer o recolhimento de motores, caso seja constada a violação de lacres ou continuidade no consumo por parte do usuário irregular, como forma de tentar proporcionar o avanço da água no trecho, garantindo o abastecimento humano e os usos definidos nas premissas aprovadas pelos comitês de bacias.

A reunião teve a participação de 60 pessoas, entre membros dos Comitês de Bacias Hidrográficas dos Vales do Jaguaribe e Banabuiú, usuários, sociedade civil organizada e poderes públicos. A SRH esteve representada pelo coordenador de Gestão de Recursos Hídricos, Carlos Campelo. Da Cogerh também estava  a equipe técnicasdas Gerências Regionais de Limoeiro do Norte, Quixeramobim, Iguatu, Crato e Fortaleza.

 

 


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