Açude São José II: Comissão Gestora do Sistema Hídrico discute operação 2020.1

Núcleo Técnico da Cogerh deve avaliar o leito do Riacho São Gonçalo para dar início a liberação de acordo com as necessidades e demandas aprovadas Na última terça (09), membros da Gerência Regional de Quixeramobim da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos – Cogerh e da Comissão Gestora do Açude São José II se reuniram virtualmente para discutir a Operação Emergencial 2021.1 aprovada em plenária na 69ª Reunião Ordinária do Comitê da Sub-Bacia Hidrográfica do Rio Banabuiú (CSBH – RB). Na ocasião, também foi apresentada aos membros da CG a situação atual dos açudes da Sub-Bacia, em específico os Açudes Banabuiú e São José II, que se encontram com volumes de 8,66% e 69,6%, respectivamente. No cenário de operação emergencial 2021.1, após deliberação do CSBH – RB, foi aprovada a vazão média de 55 (l/s) entre os dias 22 de fevereiro e 30 de junho, totalizando uma liberação de 2.330.000 m³ – referente a pouco mais de 11% da capacidade do açude. Após o encontro da Comissão Gestora, foi agendada para esta semana uma visita do Núcleo Técnico para avaliar o leito do Riacho São Gonçalo, com o objetivo de dar início a liberação de acordo com as necessidades e demandas aprovadas. A coordenadora do Núcleo de Gestão da Cogerh Quixeramobim, Dayana Magalhães, relembrou as pautas tratadas na 69ª Reunião Ordinária do CSBH – RB e destacou a demanda de liberação disponibilizada para pequenos produtores próximos ao Reservatório, ação que foi realizada devido ao saldo positivo da Alocação Emergencial 2020.2. Luís César, coordenador do Núcleo Técnico da Cogerh Quixeramobim, apresentou os dados da situação atual dos açudes da Sub-Bacia Hidrográfica do Rio Banabuiú, relatando o acúmulo atual do Açude Banabuiú, que depois da realização dos estudos de Batimetria, apresentou cerca de 50.000.000 m³ abaixo do registrado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – DNOCS. Quanto ao Açude São José II, foi apresentada uma tabela de classificação do nível de criticidade dos açudes da Bacia, na qual o Açude São José II encontra-se fora de criticidade. Foi levado em consideração o atual acúmulo do açude e o possível aporte nulo durante a quadra chuvosa de 2021, simulação que considera ainda os usos prioritários como o abastecimento humano e a dessedentação animal.

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