A Comissão Gestora do Sistema Hídrico Patu se reuniu de forma remota pela primeira vez desde o início da pandemia. No encontro virtual da última terça (30), foram discutidas as situações atuais dos Açudes Banabuiú, Patu e Jatobá, em relação a seus acúmulos e mudanças desde o início do ano.
Isabel Giovanna, analista da gerência regional da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos – Cogerh em Quixeramobim, destacou os açudes Jatobá e Patu, que apresentaram um avanço nos volumes aportados. O Açude Jatobá, entre todos os açudes monitorados da Sub-Bacia do Banabuiú, foi o único que teve um avanço positivo desde o dia primeiro de janeiro de 2021.
Ainda em sua apresentação, Isabel ressaltou o processo de monitoramento qualitativo feito pela Cogerh, onde os estudos são realizados três vezes por semana. A coleta de água é feita no açude e levada aos laboratórios para análise, assim iniciando o processo de detecção de elementos que definem os parâmetros de qualidade, podendo então definir até a adequabilidade de água de cada açude, ou seja, indicar se o acúmulo do reservatório é mais adequado para uso humano ou irrigação, por exemplo.
Alexandre Martins, membro da CG Patu, ressaltou a importância de conscientização da população para o uso consciente dos recursos hídricos, visto que até o início do ano o Município de Milhã estava sofrendo com o abastecimento de água, já que seu principal reservatório, o Açude Jatobá, estava totalmente seco. Após três meses, o cenário mudou totalmente e o Açude Jatobá voltou a verter após dez anos.
Durante os primeiros meses de 2021, foi realizada uma operação emergencial do Açude Patu para atender a demanda de abastecimento humano do município de Milhã e da Comunidade Jenipapeiro, localizada no município de Senador Pompeu. No fim de março, na 69ª Reunião Ordinária do Comitê do Banabuiú, foi aprovada uma manutenção da operação emergencial para atender as demandas citadas – o que não será necessário visto que o Açude Jatobá encontra-se vertendo e com condições de atender o Município e a Comunidade.
Açude Jatobá, integrante do sistema hídrico, estava totalmente seco no início do ano. Três meses depois, o reservatório verteu pela primeira vez em dez anos
A Comissão Gestora do Sistema Hídrico Patu se reuniu de forma remota pela primeira vez desde o início da pandemia. No encontro virtual da última terça (30), foram discutidas as situações atuais dos Açudes Banabuiú, Patu e Jatobá, em relação a seus acúmulos e mudanças desde o início do ano.
Isabel Giovanna, analista da gerência regional da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos – Cogerh em Quixeramobim, destacou os açudes Jatobá e Patu, que apresentaram um avanço nos volumes aportados. O Açude Jatobá, entre todos os açudes monitorados da Sub-Bacia do Banabuiú, foi o único que teve um avanço positivo desde o dia primeiro de janeiro de 2021.
Ainda em sua apresentação, Isabel ressaltou o processo de monitoramento qualitativo feito pela Cogerh, onde os estudos são realizados três vezes por semana. A coleta de água é feita no açude e levada aos laboratórios para análise, assim iniciando o processo de detecção de elementos que definem os parâmetros de qualidade, podendo então definir até a adequabilidade de água de cada açude, ou seja, indicar se o acúmulo do reservatório é mais adequado para uso humano ou irrigação, por exemplo.
Alexandre Martins, membro da CG Patu, ressaltou a importância de conscientização da população para o uso consciente dos recursos hídricos, visto que até o início do ano o Município de Milhã estava sofrendo com o abastecimento de água, já que seu principal reservatório, o Açude Jatobá, estava totalmente seco. Após três meses, o cenário mudou totalmente e o Açude Jatobá voltou a verter após dez anos.
Durante os primeiros meses de 2021, foi realizada uma operação emergencial do Açude Patu para atender a demanda de abastecimento humano do município de Milhã e da Comunidade Jenipapeiro, localizada no município de Senador Pompeu. No fim de março, na 69ª Reunião Ordinária do Comitê do Banabuiú, foi aprovada uma manutenção da operação emergencial para atender as demandas citadas – o que não será necessário visto que o Açude Jatobá encontra-se vertendo e com condições de atender o Município e a Comunidade.
A Comissão Gestora do Sistema Hídrico Patu se reuniu de forma remota pela primeira vez desde o início da pandemia. No encontro virtual da última terça (30), foram discutidas as situações atuais dos Açudes Banabuiú, Patu e Jatobá, em relação a seus acúmulos e mudanças desde o início do ano.
Isabel Giovanna, analista da gerência regional da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos – Cogerh em Quixeramobim, destacou os açudes Jatobá e Patu, que apresentaram um avanço nos volumes aportados. O Açude Jatobá, entre todos os açudes monitorados da Sub-Bacia do Banabuiú, foi o único que teve um avanço positivo desde o dia primeiro de janeiro de 2021.
Ainda em sua apresentação, Isabel ressaltou o processo de monitoramento qualitativo feito pela Cogerh, onde os estudos são realizados três vezes por semana. A coleta de água é feita no açude e levada aos laboratórios para análise, assim iniciando o processo de detecção de elementos que definem os parâmetros de qualidade, podendo então definir até a adequabilidade de água de cada açude, ou seja, indicar se o acúmulo do reservatório é mais adequado para uso humano ou irrigação, por exemplo.
Alexandre Martins, membro da CG Patu, ressaltou a importância de conscientização da população para o uso consciente dos recursos hídricos, visto que até o início do ano o Município de Milhã estava sofrendo com o abastecimento de água, já que seu principal reservatório, o Açude Jatobá, estava totalmente seco. Após três meses, o cenário mudou totalmente e o Açude Jatobá voltou a verter após dez anos.
Durante os primeiros meses de 2021, foi realizada uma operação emergencial do Açude Patu para atender a demanda de abastecimento humano do município de Milhã e da Comunidade Jenipapeiro, localizada no município de Senador Pompeu. No fim de março, na 69ª Reunião Ordinária do Comitê do Banabuiú, foi aprovada uma manutenção da operação emergencial para atender as demandas citadas – o que não será necessário visto que o Açude Jatobá encontra-se vertendo e com condições de atender o Município e a Comunidade.
