O açude Pacoti, localizado no município de Horizonte na Região Metropolitana de Fortaleza – RMF, começou a receber na última sexta-feira (2) as águas do açude Castanhão. O Conselho Estadual de Recursos Hídricos – Conerh decidiu pela transferência do recurso hídrico em reunião ocorrida no último dia 30 de março.
“A ideia é que pelo menos a água que está chegando ao Castanhão oriunda da transferência de água do PISF, seja transferida para Fortaleza com o intuito de garantir o abastecimento da Região Metropolitana sem maiores problemas em 2021 e 2022”, garante o secretário Francisco Teixeira. O Castanhão recebe as águas do Projeto de Integração do São Francisco – PISF desde o dia 1º de março.
Os aportes nos reservatórios seguem tímidos em boa parte do Estado. No mês de março deste ano, o Ceará registrou aporte de 0,53 bilhões de metros cúbicos, contra 2,55 bilhões no mesmo período em 2020.
Outras ações estão sendo realizadas para continuar garantindo o abastecimento da população do interior e da RMF. “Continuamos com as reuniões do Grupo de Contingência de forma remota onde se é discutida a situação de todos os municípios cearenses de forma individualizada. Também seguimos fazendo o monitoramento e avaliação dos aportes dos reservatórios cearenses, monitorando com atenção os aportes da Região Metropolitana de Fortaleza”, observa Teixeira.
Os açudes Pacajus e Pacoti, que são os principais reservatórios de abastecimento da Região Metropolitana, ainda não tiveram grandes aportes, se encontrando hoje com quase 100 milhões a menos que a mesma época do ano passado. O açude Pacoti, que vem recebendo as águas do Castanhão oriundas do PISF, tem capacidade hídrica de 380,00 hm³ e atualmente está 39,5% de volume acumulado.
*Com informações da Secretaria dos Recursos Hídricos
O açude Pacoti, localizado no município de Horizonte na Região Metropolitana de Fortaleza – RMF, começou a receber na última sexta-feira (2) as águas do açude Castanhão. O Conselho Estadual de Recursos Hídricos – Conerh decidiu pela transferência do recurso hídrico em reunião ocorrida no último dia 30 de março.
“A ideia é que pelo menos a água que está chegando ao Castanhão oriunda da transferência de água do PISF, seja transferida para Fortaleza com o intuito de garantir o abastecimento da Região Metropolitana sem maiores problemas em 2021 e 2022”, garante o secretário Francisco Teixeira. O Castanhão recebe as águas do Projeto de Integração do São Francisco – PISF desde o dia 1º de março.
Os aportes nos reservatórios seguem tímidos em boa parte do Estado. No mês de março deste ano, o Ceará registrou aporte de 0,53 bilhões de metros cúbicos, contra 2,55 bilhões no mesmo período em 2020.
Outras ações estão sendo realizadas para continuar garantindo o abastecimento da população do interior e da RMF. “Continuamos com as reuniões do Grupo de Contingência de forma remota onde se é discutida a situação de todos os municípios cearenses de forma individualizada. Também seguimos fazendo o monitoramento e avaliação dos aportes dos reservatórios cearenses, monitorando com atenção os aportes da Região Metropolitana de Fortaleza”, observa Teixeira.
Os açudes Pacajus e Pacoti, que são os principais reservatórios de abastecimento da Região Metropolitana, ainda não tiveram grandes aportes, se encontrando hoje com quase 100 milhões a menos que a mesma época do ano passado. O açude Pacoti, que vem recebendo as águas do Castanhão oriundas do PISF, tem capacidade hídrica de 380,00 hm³ e atualmente está 39,5% de volume acumulado.
*Com informações da Secretaria dos Recursos Hídricos
