O Grupo de Contingência – colegiado interinstitucional que monitora e a situação hídrica dos municípios cearenses e adota medidas para mitigar os efeitos da estiagem – voltou a se reunir nesta quinta-feira (14), para avaliar as situações dos municípios atualmente em maior nível de criticidade no estado. Coordenada pelo assessor especial para Assuntos Federativos da Casa Civil, Artur Bruno, a reunião acontece mensalmente e reúne gestores da Secretaria dos Recursos Hídricos (SRH), Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Superintendência de Obras Hidráulicas do Ceará (Sohidra) e Defesa Civil Estadual.
A reunião desta quinta-feira (14), contou com a participação do cientista chefe de Recursos Hídricos da Universidade Federal do Ceará (UFC), Professor Assis Filho, que apresentou ao grupo as ações realizadas pelos cientistas-chefes na área hídrica.
“O Programa Cientista Chefe tem como objetivo unir o meio acadêmico e a gestão pública. E na área dos recursos hídricos nós conseguimos fazer essa junção com excelência. Nós já realizamos, dentre alguns trabalhos, o Plano de Gestão Proativa de Seca e o a Proposta de Política de Gestão Proativa de Secas para os Recursos Hídricos do Ceará.”, explicou.
Assis reforçou a importância do trabalho realizado pela Universidade para o setor público.” O estado do Ceará está localizado numa região de semiárido onde o principal fenômeno climático é a seca. Diante disso, a água não é apenas um recurso natural, mas, também é um bem estratégico, político, de valor econômico e que precisa ser alocado de maneira eficiente e justa. Diante desse contexto, o trabalho realizado através de estudo e análise da alocação de água no Ceará numa perspectiva de harmonizar procedimentos, definir os riscos e incertezas, construir bases para a normatização da alocação negociada de água e instrumentalizar os gestores de recursos hídricos no processo de gestão de risco na alocação de água, é de extrema relevância”.
Texto e fotos: Assessoria de Comunicação SRH
O Grupo de Contingência – colegiado interinstitucional que monitora e a situação hídrica dos municípios cearenses e adota medidas para mitigar os efeitos da estiagem – voltou a se reunir nesta quinta-feira (14), para avaliar as situações dos municípios atualmente em maior nível de criticidade no estado. Coordenada pelo assessor especial para Assuntos Federativos da Casa Civil, Artur Bruno, a reunião acontece mensalmente e reúne gestores da Secretaria dos Recursos Hídricos (SRH), Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Superintendência de Obras Hidráulicas do Ceará (Sohidra) e Defesa Civil Estadual.
A reunião desta quinta-feira (14), contou com a participação do cientista chefe de Recursos Hídricos da Universidade Federal do Ceará (UFC), Professor Assis Filho, que apresentou ao grupo as ações realizadas pelos cientistas-chefes na área hídrica.
“O Programa Cientista Chefe tem como objetivo unir o meio acadêmico e a gestão pública. E na área dos recursos hídricos nós conseguimos fazer essa junção com excelência. Nós já realizamos, dentre alguns trabalhos, o Plano de Gestão Proativa de Seca e o a Proposta de Política de Gestão Proativa de Secas para os Recursos Hídricos do Ceará.”, explicou.
Assis reforçou a importância do trabalho realizado pela Universidade para o setor público.” O estado do Ceará está localizado numa região de semiárido onde o principal fenômeno climático é a seca. Diante disso, a água não é apenas um recurso natural, mas, também é um bem estratégico, político, de valor econômico e que precisa ser alocado de maneira eficiente e justa. Diante desse contexto, o trabalho realizado através de estudo e análise da alocação de água no Ceará numa perspectiva de harmonizar procedimentos, definir os riscos e incertezas, construir bases para a normatização da alocação negociada de água e instrumentalizar os gestores de recursos hídricos no processo de gestão de risco na alocação de água, é de extrema relevância”.
O Grupo de Contingência – colegiado interinstitucional que monitora e a situação hídrica dos municípios cearenses e adota medidas para mitigar os efeitos da estiagem – voltou a se reunir nesta quinta-feira (14), para avaliar as situações dos municípios atualmente em maior nível de criticidade no estado. Coordenada pelo assessor especial para Assuntos Federativos da Casa Civil, Artur Bruno, a reunião acontece mensalmente e reúne gestores da Secretaria dos Recursos Hídricos (SRH), Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Superintendência de Obras Hidráulicas do Ceará (Sohidra) e Defesa Civil Estadual.
A reunião desta quinta-feira (14), contou com a participação do cientista chefe de Recursos Hídricos da Universidade Federal do Ceará (UFC), Professor Assis Filho, que apresentou ao grupo as ações realizadas pelos cientistas-chefes na área hídrica.
“O Programa Cientista Chefe tem como objetivo unir o meio acadêmico e a gestão pública. E na área dos recursos hídricos nós conseguimos fazer essa junção com excelência. Nós já realizamos, dentre alguns trabalhos, o Plano de Gestão Proativa de Seca e o a Proposta de Política de Gestão Proativa de Secas para os Recursos Hídricos do Ceará.”, explicou.
Assis reforçou a importância do trabalho realizado pela Universidade para o setor público.” O estado do Ceará está localizado numa região de semiárido onde o principal fenômeno climático é a seca. Diante disso, a água não é apenas um recurso natural, mas, também é um bem estratégico, político, de valor econômico e que precisa ser alocado de maneira eficiente e justa. Diante desse contexto, o trabalho realizado através de estudo e análise da alocação de água no Ceará numa perspectiva de harmonizar procedimentos, definir os riscos e incertezas, construir bases para a normatização da alocação negociada de água e instrumentalizar os gestores de recursos hídricos no processo de gestão de risco na alocação de água, é de extrema relevância”.
