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Quixeré: Cogerh vai construir adutora para garantir abastecimento do distrito de Lagoinha

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Comunidade passa a ser atendida por água subterrânea, a partir de poço existente na localidade de Bonssucesso, na  chapada do Apodi

 

A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) vai construir adutora de 17,5Km de extensão para garantir o abastecimento do Distrito de Lagoinha, em Quxeré. A intervenção se junta a outras quatro adutoras em construção no Vale do Jaguaribe, região duramente afetada neste sexto ano de seca seguido. Serão investidos 2,4 milhões em benefício dos cerca de oito mil moradores da localidade (Censo IBGE 2010). A obra deverá ficar pronta em 90 dias após a assinatura da Ordem de Serviço.

“Esta é uma obra que passou a ser necessária após o agravamento do quadro de estiagem na região jaguaribana. Água liberada pelo Castanhão não está sendo suficiente para chegar ao ponto de captação daquele distrito”, explica João Lúcio Farias, presidente da Cogerh. Segundo ele, os moradores de Lagoinha passarão ser abastecidos com 50 metros cúbicos de água por hora  a partir de um poço que já existe em Bonsucesso, na Chapada do Apodi.

Outras obras – Também no Vale do Jaguaribe, a Cogerh está construindo adutoras para as comunidades de Roldão, Poço do Barro, Uiraponga, Taboleirinho e Mota. São distritos e povoados da zona rural de Morada Nova que também sofrem as consequências da prolongada estiagem.  Mais de mil famílias, que vivem atualmente abastecidas por carros-pipa, serão beneficiadas.

As comunidades de Morada Nova serão abastecidas a partir do Eixão das Águas. A adução será feita por meio de tubulação de PVC. Embora construídos em caráter emergencial, em virtude do agravamento da estiagem, os sistemas se tornarão estruturantes, já que continuarão abastecendo as comunidades mesmo em tempos normalidade hídrica.

Reforço – A Cogerh  Também está adquirindo um lote de tubo de ferro fundido. O objetivo é promover melhorias na Adutora Araras/Crateús. “Trata-se de uma obra muito complexa, uma adutora muito extensa, cujos tubos são submetidos a altas pressões. Isso ocasiona muitos vazamentos, sobretudo nas áreas nas quais a tubulação é enterrada”, detalha Antonio Carlos Bortolin, engenheiro da Cogerh. Segundo Bortolin, a idéia é substituir a tubulação de aço corten por tubos de ferro fundido nos trechos subterrâneos. “O ferro fundido tem vida útil de mais de 30 anos”, explica. O investimento só com a aquisição de material foi de R$ 2,5 milhões.

Ler 240 vezes Última modificação em Sexta, 01 Dezembro 2017 08:31